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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Roy Lichteistein make-up






Artistas recriam em si mesmo ou em modelos a aparência granulada das icônicas obras do artista Roy Lichteinstein. Como descobrir uma tendência e aplicá-la? Simples…observação e cruzamento de ideias. Pense nessa ideia para ser aplicada em recepcionistas, performers, manequins de vitrines onde acessórios color block são o foco. Pense nesta maquiagem para flashmobs ou campanhas publicitárias. Aplique para o que você precisa. 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Palestra- Parte 1





  Gilles Lipovetsky, filósofo francês, foi um dos primeiros pensadores a tirar a moda da esfera das frivolidades e pensar o tema como uma ontologia de nós mesmos. Recomendo O Império do efêmero para compreender mais profundamente esse universo. 
  
   A moda é um fenômeno intrínseco da modernidade. Não existe moda sem modernidade e nem modernidade sem moda.
No meio desse surgimento, temos um personagem importante: o sujeito moderno. No século XV, com transformações sociais, econômicas e culturais que vinham acontecendo desde o século XII, esse sujeito  deixa de relegar seus planos a Deus e decide assumir sua autonomia. Este processo leva ao racionalismo, empirismo e iluminismo.




   Stuart Hall, no livro Identidade Cultural na Pós-Modernidade - livro que a Néli Pereira me recomendou um dia e cada vez que leio alguma portinha se abre- diz que a globalização começa ali naquela época. Com a expansão marítima e comercial. 


   Este homem antropocêntrico, humanista e ávido por se sobrepor a tudo e a todos, é percebido pela ruptura radical na indumentária. O gibão toma o lugar da túnica unissex. O peito se estufa e os ombros ficam incrivelmente largos. A mulher tem os peitos e ancas salientados. O objetivo é sedução. Dali para o Studio 54, foi um longoooo passo…hedonista.


   O amor cortês constrói, a partir do século XI, uma figura masculina e feminina que seduz, que deseja o belo, retomando ideiais clássicos de beleza e juventude. Este ideal é também uma forma de se ver no outro, eu sou o que o outro me vê. Questões de alteridade. A cortesia vinha de visitas às cortes. Cortejar era ação relacionada à aristocracia. 


   E as mulheres eram cortejadas por homens que tinham que estar completamente dentro dos novos padrões de sedução: controlar os impulsos, ser refinado, saber ler, criar poesias e músicas. O amor que até então era restrito ao casamento católico, cria linhas de fuga e a mulher controla por quem é seduzida. O homem deve se aprimorar para que seja aceito pela mulher amada.




   Essas histórias de amor circulavam pela Europa, pela tradição verbal. Depois com a prensa de Guttemberg, os folhetins replicando as histórias de amor eterno, que deram certo ou não, conquistaram as massas. 


   Eu acredito , como Lipovetsky, que o papel do amor cortês teve um papel fundamental para o surgimento da moda. E pensando além, acredito que ao se popularizar, surgiu o desejo de ser aristocrata, de pertencer ao meio, de também ser fino e elegante.
A leitura era restrita a poucas pessoas. As histórias eram contadas por desenhos. 


   A Europa estava numa das piores crises. Pestes, aristocratas indo à falência pelo abandono dos trabalhadores do feudo, em direcão às cidades. Uma nova classe deseja um espaço na estratificação social, um lugar naquela imobilidade. E eles detinham dinheiro e conhecimento. A aristocracia elege elementos da indumentária e a burguesia copia, mesmo tendo leis que proibiam. Logo estes elementos devem ser renovados.


   Isso é moda: mudança constante, renovação que obedece a uma lógica temporal. A roupa é o veículo escolhido para falar de moda, mas tudo que é moderno é moda. Pensamentos também entram e saem de moda. O novo sempre destrói o velho. E essa lógica hoje ainda se aplica a tudo. 
   

terça-feira, 27 de março de 2012

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Blog do dia: Revestir


O blog Revestir é da  catarinense Joyce Diehl , que formou-se em arquitetura no ano de 1986 pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Desde então sua carreira passou a ser super movimentada. Logo que ingressou no mercado, especializou-se em detalhamento, e conseqüentemente especificação de obras residenciais, comerciais e industriais. Entrou para o mundo dos revestimentos através da Cerâmica Portobello, trabalhando como arquiteta no primeiro showroom da empresa, em Florianópolis,capital catarinense.  Ela tem uma boa pesquisa de materiais, como esses acima, que são de madeiras de demolição, casca de coco, casca de arroza, sementes, etc...Achei bárbaro! Lindo, na linha simplicidade que é um minimalista que flerta com os materiais naturais e reutilizados. Ótima dica! E ela sempre posta umas fotos de decoração super coloridas que amo!







segunda-feira, 28 de novembro de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Resgate cultural + respeito=

The bootstrap Project é mais uma iniciativa legal, onde artesãos do mundo todo expõem suas peças e vendem a um preço justo. Pode conferir aqui na loja. Espero que sejam pessoas reais. Tudo é muito bonito.

sábado, 6 de agosto de 2011

Salve, Salve Mestre Rosembaum!





Marcelo Rosembaum é um cara que eu admiro. Pelo não conformismo e pela visão de mundo. Achei esse projeto perfeito para uma horta de temperos e flores pequenas.

sábado, 23 de julho de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

domingo, 13 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011



Já resolveria um problema de espaço aqui em casa. O problema é disponibilizar três paredes para três bicicletas...

Relógio de parede?

Essa ideia eu quero fazer e pensei em usar a tinta de quadro negro...para deixar recados e anotar tudo que tenho que fazer...(bem, daí precisaria ser a silhueta do Big Ben; D