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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Roy Lichteistein make-up
Artistas recriam em si mesmo ou em modelos a aparência granulada das icônicas obras do artista Roy Lichteinstein. Como descobrir uma tendência e aplicá-la? Simples…observação e cruzamento de ideias. Pense nessa ideia para ser aplicada em recepcionistas, performers, manequins de vitrines onde acessórios color block são o foco. Pense nesta maquiagem para flashmobs ou campanhas publicitárias. Aplique para o que você precisa.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Mais uma Ophelia: Annette-Pehrsson
Fotógrafa talentosa, Annette Pehrsson
Escapismo...tenho esperança quando vejo garotas assim, exercitando a reflexão através da arte. Ophelia perde..
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sábado, 27 de março de 2010
quinta-feira, 16 de abril de 2009
identidade cultural


Trabalhei o tema auto-retrato com alunos. Foi bom. Falamos de Van Gogh e de como ele gostaria de ter ganhado algum dinheiro com sua arte e como isso o perturbou tanto até que se suicidou. R. comentou que ele se retratava com tanta dor e angústia por não ter o que comer. Falamos de nos expressar e dar forma ao amor, angústia, ansiedade e fome.
Sexta-feira levei o livro da Frida Kahlo para que olhassem.
Falamos de identidade cultural e elas puderam visualizar uma mulher que lutou pelos direitos da mulher e pela sobrevivência da cultura mexicana. Falamos um pouco de sua vida, dores, amores, saúde, auto-estima e fatores que influenciaram a obra de Frida.
Aprender a olhar e entender o porquê, sem simplesmente aceitar o comum. Questionar para produzir com qualidade, sinceridade e originalidade.
E se nós fossemos Fridas de Curitiba e produzíssemos artesanato. Que cara teria nosso produto?
Mais: se vamos produzir precisamos vender e se vamos vender, quem vai comprar? Quem se interessa por artesanato? Porque hoje estamos vendo uma valorização do artesanato e da identidade?
Coloquei a máquina digital na mesa: porque temos hoje coisas que fazem tudo depressa? Como é o nosso tempo?
Respostas: medo, infelicidade e finalmente falta de tempo.
Sexta-feira levei o livro da Frida Kahlo para que olhassem.
Falamos de identidade cultural e elas puderam visualizar uma mulher que lutou pelos direitos da mulher e pela sobrevivência da cultura mexicana. Falamos um pouco de sua vida, dores, amores, saúde, auto-estima e fatores que influenciaram a obra de Frida.
Aprender a olhar e entender o porquê, sem simplesmente aceitar o comum. Questionar para produzir com qualidade, sinceridade e originalidade.
E se nós fossemos Fridas de Curitiba e produzíssemos artesanato. Que cara teria nosso produto?
Mais: se vamos produzir precisamos vender e se vamos vender, quem vai comprar? Quem se interessa por artesanato? Porque hoje estamos vendo uma valorização do artesanato e da identidade?
Coloquei a máquina digital na mesa: porque temos hoje coisas que fazem tudo depressa? Como é o nosso tempo?
Respostas: medo, infelicidade e finalmente falta de tempo.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
kokeshi





Kokeshi (em japonês 小芥子 ou こけし) são bonecas japonesas, originárias do norte do país. Elas são manufaturadas em madeira, possuíndo um tronco simples e uma grande cabeça, pintadas com finas linhas para delinear o rosto. Seu corpo tem desenhos florais, pintados sobre fundo vermelho, preto, e algumas vezes amarelo, envernizadas por uma camada de cera. Uma marcante característica das Kokeshi é a ausência de braços e pernas. Na parte inferior é marcada com a assinatura do artista. (definido por Paulo Marumoto)
sábado, 8 de novembro de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
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